Como ativar o “picture in picture” no Mac

Como ativar o “picture in picture” no Mac

No teu Mac podes realizar várias tarefas ao mesmo tempo, incluindo estar a ver o vídeo de um site e a trabalhar em um programa. Esse video estará a “flutuar” no teu ecrã e poderás arrasta-lo para qualquer sitio do mesmo. A esta funcionalidade dá-se o nome de “picture in picture” (PiP), imagem sobre imagem.

Poderás usar o PiP em várias aplicações, incluindo no teu browser Safari, ou no iTunes, ou ainda no Google Chrome, entre outras. Para poderes usar basta abrires o youtube/vimeo, e na janela do vídeo que estiveres a ver deverás encontrar um ícone com um rectângulo com um mais pequeno dentro preenchido, carregas nele e a partir daí o teu video pode estar a correr por cima de qualquer aplicação. Caso não tenha esse ícone, basta carregares com o botão direito do rato em cima do vídeo e escolheres a opção de “picture in picture”. No macOS Catalina, poderás ainda carregar no ícone de som na barra do link e ligares assim dessa maneira o PiP. Para desligares basta carregares na cruz anexada ao vídeo.

Esta funcionalidade por muito que te pareça que possa distrair ainda mais, poderá ajudar, por exemplo, a visualizar tutoriais de programas e a trabalhar no programa em questão.

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macOS Catalina – Requisitos para poderes usar o Sidecar

macOS Catalina – Requisitos para poderes usar o Sidecar

Uma das grandes novidades do macOS Catalina é a funcionalidade Sidecar. Esta função permite que o MacBook entenda o ecrã do teu iPad como um monitor externo. Mas para poderes trabalhar com esta nova funcionalidade terás que cumprir os requisitos mínimos. 

Um dos requisitos é possuires um Mac com o macOS Catalina instalado e um iPad com o iPadOS  instalado. No entanto nem todos os modelos permitem esta função, tanto nos Mac’s como nos iPad’s.

Verifica no teu Mac clicando no símbolo da Apple no canto superior esquerdo e carregando no Acerca deste Mac o modelo que possuis. Nessa parte podes ver qual Mac é que tens. Agora basta verificares se ele faz parte da lista dos que suportam o funcionamento do recurso:

  • MacBook Pro 2016 ou posterior
  • MacBook 2016 ou posterior
  • Macbook Air 2018 ou posterior
  • iMac 2016 ou posterior e Imac 27” 5K fim de 2015
  • iMac Pro
  • Mac Mini 2018 ou posterior
  • Mac Pro 2019 

Já nos iPad’s, o teu modelo terá de ser entre um destes:

  • iPad Pro (todas as gerações)
  • iPad 6ª geração ou posterior
  • iPad Mini 5ª geração ou posterior
  • iPad Air 3ª geração ou posterior

Se o teu Mac e o iPad, devidamente instalados com os softwares mais recentes, se encontram nas listas acima indicadas, basta ires às Preferências do sistema no Mac > Sidecar > Ligar a.

Depois disso é só usufruires do recurso, que promete ser extremamente útil principalmente para designers. Dado que o iPad se pode transformar numa mesa digital, a aceitar input do Apple Pencil, em programas no Mac. Como por exemplo, o Adobe Illustrator.

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Novidades no macOS Catalina. Vê aqui as 4 melhores!

Novidades no macOS Catalina. Vê aqui as 4 melhores!

Com o recente lançamento do macOS Catalina vieram também algumas mudanças. Algumas mais significativas, outras nem tanto, mas todas importantes para o sistema operativo que equipa os computadores da Apple. 

Novas aplicações de produtividade, entretenimento, acessibilidade, etc. O desaparecimento de uma aplicação famosa no ecossistema Apple e mais uma série de novidades. Este artigo serve para reunir as novidades mais relevantes do macOS Catalina. 

3 em 1 ou 1 em 3?

É verdade, tal como anunciado na Keynote de apresentação do macOS Catalina, o velhinho e famoso iTunes desapareceu mesmo! Para o seu lugar surgiram 3 aplicações distintas: Música, Podcasts e TV. 

No fundo, continuamos a ter acesso a tudo, mas em locais diferentes e em aplicações dedicadas.

Funcionalidade de usar o iPad como segundo monitor via Sidecar

Para todos aqueles que não sabem, a nova funcionalidade Sidecar permite ao utilizador usar um iPad como segundo monitor com o intuito (primordial) de aumentar a sua área de trabalho. Este novo recurso funciona com ou sem fios, depende da tua preferência.

O utilizador pode simplesmente arrastar as janelas do Mac para o iPad como se fosse um monitor externo convencional, ou até mesmo usar o Apple Pencil no iPad e ver essas alterações serem refletidas no Mac. 

Infelizmente nem todos os iPads e Macs suportam esta nova funcionalidade, por isso, se pretendes usar o Sidecar lembra-te que tens de ter instalado as novas versões do iPadOS e macOS Catalina e ter um dos seguintes dispositivos:

  • MacBook (2016 ou 2017)
  • MacBook Air (2018 ou 2019)
  • MacBook Pro (2016 ou superior)
  • iMac (de 2015 ou superior)
  • iMac Pro
  • Mac Mini (2018)
  • Mac Pro (2019)
  • iPad (6ª geração)
  • iPad (7ª geração)
  • iPad mini 5
  • iPad Air (3ª geração)
  • iPad Pro (todas as versões)

Tempo de ecrã

O macOS Catalina veio trazer aos Macs uma função bastante útil que já existia nos iPhones e que permite aos utilizadores controlarem de forma bastante precisa o tempo que passam em frente ao ecrã. 

Para além disso, ainda é possível ver relatórios detalhados de utilização, limitar o tempo que passamos em cada aplicação de forma individual, definir tempos de pausa, etc.

Novidades nas Fotografias

A aplicação Fotografias surgiu bastante melhorada no novo sistema operativo. Agora a app apresenta ao utilizador as melhores fotografias do dia, do mês ou do ano, a pesquisa está muito mais refinada (o que torna as pesquisas mais rápidas) e ainda é capaz de eliminar fotos com má qualidade ou duplicadas. 

A visualização também está diferente e quando se abre a aplicação, vê-se automaticamente algumas fotos e vídeos maiores, mais destacados. São aqueles que na opinião da inteligência artificial são os momentos mais importantes. De acrescentar apenas que agora os vídeos vão sendo reproduzidos automaticamente à medida que se percorre a galeria de fotos. 

macOS Catalina atualizado

Quais foram as novidades que mais te agradaram no novo sistema operativo da Apple? Alguma das mencionadas ou outra? Deixa a tua opinião na caixa de comentários. 

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Queres tornar o teu Mac mais rápido? Então tens de ver estas dicas!

Queres tornar o teu Mac mais rápido? Então tens de ver estas dicas!

Com o passar do tempo sentes o teu Mac ficar um pouco mais lento em comparação com a altura em que o compraste? Com a quantidade de ficheiros, documentos, fotos e mais uma infinidade de coisas que guardamos atualmente no nosso computador, é normal que o sistema comece a ficar um pouco sobrecarregado. 

Neste artigo, vamos tentar dar-te dicas essenciais para que optimizes o desempenho do teu Mac sem gastares dinheiro para trocar a RAM ou investires num disco SSD. Vamos a isso?

Atualiza o sistema operativo

Na altura que escrevemos este artigo, já saiu a ultima versão para o macOS Catalina. E se ainda não instalaste ou achas que não o fizeste confirma se tens a última versão disponível do sistema operativo. As atualizações são importantes para manter o Mac a funcionar da forma devida e a Apple é muito boa nisso! Se precisares de atualizar o software do sistema, lembra-te de ter o computador conectado à alimentação, para não correres o risco de ficar sem bateria a meio do processo.

Usa a função Otimizar Armazenamento 

Secalhar não sabes isto, mas desde o macOS Sierra que todas as versões do sistema operativo dos Macs têm uma opção muito bem chamada: Otimizar Armazenamento, que tal como o nome indica serve precisamente para ajudar a libertar espaço e a consequentemente melhorar a velocidade com que o computador efetua as tarefas que lhe são pedidas. Para ires a essa opção basta seguires os seguintes passos:

Clicar no ícone da maçã no canto superior esquerdo -> Acerca deste Mac -> Armazenamento -> Gerir

Será aberto um menu com várias opções bastante úteis, como por exemplo: Esvaziar o lixo automaticamente, Otimizar Armazenamento, Reduzir Acumulação de Ficheiros, etc. Só tens de entrar na opção Otimizar Armazenamento e selecionar aquilo que pretendes que seja eliminado de forma automática pelo computador. 

Desativa os programas ao Iniciar Sessão

Se já sentes o teu Mac extremamente lento quando o ligas, é bastante provável que tenhas uma quantidade considerável de programas a abrir automaticamente quando inicias sessão. 

Desligar alguns desses programas por norma é uma lufada de ar fresco para o Mac, porque além de acelerar o processo de arranque do sistema operativo, acaba por acelerar todo o sistema que se encontra sobrecarregado. Para o fazeres, só tens de seguir estes passos:

Clicar no ícone da maçã no canto superior esquerdo -> Preferências do sistema -> Utilizadores e Grupos -> Início de Sessão. 

Nesse menu, poderás ver uma lista de todas as aplicações que são iniciadas quando o Mac é ligado. Se vires aplicações que não fazes questão que iniciem quando ligas o teu Mac, só tens de as selecionar na lista em questão e clicar no botão ‘-‘ no canto inferior desse menu. 

Desativa a transparência

É verdade que desde o macOS Yosemite todos os Macs vêm habilitados com efeitos visuais muito porreiros, mas como é óbvio isso tem custos para a velocidade de processamento. 

A opção transparência é talvez uma das maiores culpadas disso, por isso é que quando estamos na barra de menus conseguimos ver o nosso papel de parede no fundo, através da tal transparência! Se pretenderes desativar essa opção, segue estes passos:

Clicar no ícone da maçã no canto superior esquerdo -> Preferências do sistema -> Acessibilidade -> Monitor. 

Depois só tens de marcar a caixa que diz: Reduzir transparência. Vais ver que isso irá dar um uma velocidade extra de processamento ao teu Mac. 

Desinstala software que não usas

Esta parece demasiado óbvia, mas a realidade é que muitas vezes instalamos programas que necessitamos uma única vez e depois acabamos por não os eliminar e ficam ali a ocupar um espaço desnecessário. 

Como é natural, libertar espaço em disco é fundamental para que o desempenho do computador melhore substancialmente, principalmente em duas situações concretas:

  • Macs com o disco demasiado cheio
  • Macs mais antigos sem disco SSD

Por isso, faz uma análise aos programas que tens instalados e questiona-te se ainda precisas deles. Não? Excelente. Está na hora de os eliminares! Uma das formas de o fazeres é ires ao Finder -> Aplicações e arrastares aquelas que já não interessam para o Lixo. 

Limpa a Secretária

Mais uma dica aparentemente básica, mas completamente fundamental. Se tens uma Secretária a abarrotar de ícones, isso poderá obviamente estar a tornar o sistema operativo mais lento. 

Perde um bocadinho de tempo a organizar tudo por pastas e acreditamos que verás melhorias substanciais na velocidade do teu Mac. Além de que também te irá ajudar bastante a ti, quando quiseres encontrar aquele documento que precisas e que não estás a conseguir encontrar no meio dos outros 349 itens soltos pela Secretária sem qualquer organização. 

Desliga o Dashboard

O Dashboard era muito giro de usar quando foi lançado, pelo efeito da novidade. Mas, atualmente quase ninguém o usa efetivamente…

Se és uma dessas pessoas, podes desliga-lo. Basta seguires os passos:

Clicar no ícone da maçã no canto superior esquerdo -> Preferências do sistema -> Mission Control -> Dashboard: Desativado! 

Fecha mesmo as aplicações

Muitos utilizadores de Mac não sabem isto, mas quando clicamos no círculo com a cruz vermelha para fechar uma aplicação, a aplicação não é fechada… apenas desaparece da frente dos nossos olhos, mas para o sistema a mesma continua aberta. Podem confirmar isso quando virem um pontinho por baixo de algumas aplicações na Dock. 

Se queres mesmo fechar uma aplicação no teu Mac, tens de fazer o seguinte: clicar com o botão direito do rato na aplicação e clicar em Sair. Só assim a aplicação será realmente fechada. Já sabias disto?

Como é óbvio, ter imensos aplicativos abertos torna o sistema operativo mais lento, por isso, se ainda não conhecias esta dica, não te esqueças de fechar as aplicações da forma devida daqui em diante. 

Mac à velocidade da luz

Espero que estas dicas tenham servido para melhorar o desempenho do teu Mac e que tenham sido úteis para ti. Já conhecias todas? Conhecias apenas algumas? Serviram para te ajudar de alguma forma? Deixa a tua opinião na caixa de comentários que é precisamente para isso que ela serve.

Categorias: Macbook
Transferir o teu conteúdo para um novo disco no Mac? Aprende aqui como o fazer

Transferir o teu conteúdo para um novo disco no Mac? Aprende aqui como o fazer

Com o passar do tempo o disco do teu Mac começou a ficar com pouco espaço ou até mesmo lento? A solução eventualmente passa por adquirir um disco maior ou um disco SDD, respetivamente. 

Até aqui tudo normal e em princípio será um trabalho feito por um especialista… a menos que sejas bom em trabalhos manuais. Depois do disco colocado no Mac, o problema está em voltar a colocar todo o teu conteúdo no novo disco. 

Caso não saibas, os Mac têm uma ferramenta chamada Assistente de Migração, que te permite voltar a ter novamente o teu conteúdo de forma relativamente simples, e é precisamente isso que irei tentar fazer neste artigo, explicar-te como o fazer! 

Como mover o meu conteúdo para o novo disco passo a passo?

Em primeiro lugar e mais importante do que tudo o resto, não te esqueças de fazer uma cópia de segurança dos teus dados, essa é a dica mais fundamental de todas. Se não o fizeres, não haverá nada para repor no disco. 

Depois da cópia de segurança feita, tens de ligar o teu Mac e abrir a aplicação Assistente de Migração. Depois de aberta tens de aguardar que esteja tudo pronto e apenas depois carregar em Continuar. 

AVISO: Só podes mesmo carregar em continuar DEPOIS de estar tudo pronto para iniciar a migração. 

Quando tiver tudo pronto e depois de teres carregado em continuar, vai aparecer a seguinte pergunta no ecrã:

Como pretendes transferir a tua informação?

E deverás ter disponíveis 3 opções:

  • De um Mac, uma Time Machine ou um disco externo
  • De um PC com Windows
  • De outro Mac

Neste caso, deverás escolher a primeira opção e carregar em Continuar. 

O Assistente de Migração irá mostrar-te todas as opções disponíveis detetadas e dar-te a possibilidade de escolheres aquela que pretendes, que será obviamente a cópia de segurança que fizeste previamente. Depois de a selecionares, carregas em Continuar. 

Se no teu caso concreto fizeste a cópia de segurança numa Time Machine, poderás ver mais do que uma cópia de segurança disponível. Escolhe a que pretendes (que em princípio será a mais recente) e carrega em Continuar. 

Durante o processo, poder-te-á ser perguntado que tipo de informação pretendes transferir para o novo disco. Entre aplicações, documentos, definições, etc. Basta escolheres aquilo que pretendes transferir. 

Ainda durante o processo, poder-te-á ser pedido que coloques a palavra-passe que costumavas usar na tua conta ou então sugerir que cries uma nova… é normal, não estranhes. 

Depois basta aguardares calmamente que o Assistente de Migração irá tratar de tudo. A rapidez da tarefa vai depender de vários fatores, como por exemplo, a quantidade de informação contida na cópia de segurança. 

Não te assustes se o teu Mac se reiniciar várias vezes durante o processo da transferência dos dados, é normal. Quando tiver tudo transferido, o Assistente de Migração irá alertar-te para esse facto. 

Dados transferidos!

Como vês, transferir os teus dados para um novo disco ou um novo Mac é uma tarefa relativamente simples. Espero que este artigo te tenha ajudado na tarefa, a ti ou a algum amigo ou familiar. Se foi o caso, deixa o teu comentário!

Redação All Things Apple – Paulo Teixeira

Categorias: Macbook
O Mac ideal para ti – Descobre qual é!

O Mac ideal para ti – Descobre qual é!

De modo a puderes iniciar-te no mundo Mac, ou se achares que chegou altura exata, para reformares o teu “velhinho” Mac e comprares um novo, iremos de seguida apresentar-te um pequeno guia, que te será útil e que deverá ajudar nesta decisão.

MacBook Air

A primeira solução que te apresentamos é a mais acessível de todas. O renovado MacBook Air para além de ser o modelo de entrada de gama é também aquele que garante ao utilizador a maior portabilidade possível.

Expressamente dedicado a utilizadores que não pretendam pagar muito por um portátil Mac. Ainda que valorizes a possibilidade de realizar determinadas tarefas em qualquer lugar, algo que por enquanto não é possível de realizar num iPad. A sua performance cumpre com o esperado, especialmente para tarefas menos exigentes.

Desta forma os seus pontos fortes são:

  • Ecrã retina de 13,3″ com True Tone;
  • Processador Intel Dual-Core i5 a 1.6 GHz (Turbo Boost até 3.6 GHz),
  • Memória RAM de 8 GB LPDDR3 a 2133 MHz configuráveis até 16 GB;
  • Armazenamento SSD PCIe de 128 GB, configurável até 1TB;
  • Touch ID;
  • 2 portas Thunderbolt 3 (USB-C);
  • Placa gráfica Intel UHD Graphics 617 e compatibilidade com gráficas externas;

O seu preço começa nos 1279 € e pode chegar até aos 2272 € na sua versão máxima.

MacBook Pro

Na gama Pro do MacBook, poderás encontrar o equilíbrio ideal entre processamento e portabilidade. Deste modo, este equipamento é o indicado para utilizadores que pretendam realizar tarefas mais exigentes no seu Mac, tais como edição de música, video e foto, bem como outras mais específicas, que exijam maior capacidade de processamento gráfico.

De referir que o MacBook Pro está disponível em dois tamanhos distintos, 13″ e 15″.

Com efeito na versão de 13″ terás assim ao teu dispor:

  • Processadores Intel de 8ª geração, i5 ou i7 Quad-Core desde 1.4 GHz até 2.8 GHz;
  • 8 GB de Memória RAM LPDDR3 a 2133 MHz, expansível até 16 GB;
  • Placa gráfica Intel Iris Plus Graphics 645;
  • Armazenamento SSD poderás optar entre 128 GB ou 2TB;
  • Duas Portas Thunderbolt 3;

Relativamente à versão de 15″ possuirás as seguintes opções:

  • Processadores Intel i7 e i9 de 9ª geração, sendo o primeiro um Six-Core e o seguinte um Eight-Core que variam entre 2.3 e 2.6 GHz;
  • Memória RAM de 16 GB DDR4 a 2400 MHz, é expansível até 32 GB.
  • Armazenamento SSD onde poderás optar entre 256 GB e 4TB;
  • Em termos gráficos este modelo inclui as poderosas Radeon Pro 550X, 560X e Pro Vega.
  • Contrariamente ao modelo de 13″ este conta com quatro portas Thunderbolt 3.

Em ambos os modelos poderás contar ainda com um fantástico ecrã retina com True Tone, Touch Bar e Touch ID. O MacBook Pro começa com o valor base de 1.549 € e pode chegar aos 6.105 €.

iMac

Na eventualidade, de não valorizares assim tanto portabilidade e considerando a hipótese de adquirir um computador de secretária, então o All-In-One da marca da Maçã é uma excelente opção.

O famoso iMac está disponível em dois tamanhos diferentes 21,5″ e 27″. Em ambos os modelos irás contar com um elegante e excelente design em alumínio, onde todo o computador está embutido dentro do seu ecrã. É precisamente no seu ecrã que o iMac marca a diferença, todas as versões disponíveis, à excepção do modelo de entrada de gama, possuem Ecrã P3 Retina de resolução 4K e 5K respetivamente.

Para além do seu fabuloso ecrã, o iMac foi idealizado para abranger e suportar todo o tipo de utilizadores e tarefas, desde as mais básicas, às mais exigentes. Assim poderás garantidamente esperar deste equipamento, uma excelente performance e desempenho qualquer que seja a tua experiência ou necessidade.

O seu vasto leque de opções, permite-te escolher :

  • Processador Intel i3, i5 ou i9 de 8ª e 9ª gerações, Quad-Core, Six-Core ou Eight-Core. Excepção feita, uma vez mais, ao modelo de entrada, que está equipado com um Intel i5 Dual-Core de 7ª geração a 2.3 GHz.
  • No que respeita à Memória RAM todos os modelos com ecrã retina 4K e 5K, possuem 8 GB DDR4 de base, expansíveis até 32 GB e 64 GB respetivamente.
  • Quanto ao armazenamento SSD todos eles têm como capacidade 1TB, excepto a versão mais cara de todas que poderá ir até 2TB.
  • Em termos de gráficos todas estas versões vêm equipadas com diferentes modelos das Radeon Pro.

Salientamos que todos os modelos sem excepção, trazem igualmente o Magic Mouse 2, o Magic Keyboard e incluem ainda 2 portas Thunderbolt 3.

Poderás adquirir um iMac por 1.349 €, podendo a sua configuração máxima chegar aos 5.759 €.

Mac Mini

O desktop mais pequeno da Apple que noutra altura também era o mais barato, agora deixou de o ser. Porém o renascido Mac Mini, consegue manter uma excelente performance tendo em conta o seu preço. Sendo assim capaz de suportar e processar todo o tipo de tarefas.

O seu bonito e compacto design também foi mantido, o que é uma das suas vantagens face às outras opções. Contudo a subida do seu preço, veio mudar o paradigma para o qual o Mac Mini foi idealizado.

Não obstante neste Mac, tens ao dispor as seguintes opções:

  • Processadores Intel i3, i5 e i7 de 8ª geração, Quad-Core e Six-Core. Com velocidades entre 3 e 3.6 GHz;
  • Memória RAM 8 GB DDR4 a 2666 MHz expansível até 64 GB;
  • Armazenamento SSD PCIe de 256 GB até 2TB;
  • Placa gráfica Intel UHD Graphics 630;
  • 4 Portas Thunderbolt 3 (USB-C);
  • 1 Porta HDMI 2.0;
  • 2 Portas USB 3.1;

Apesar do Mac Mini possuir componentes potentes e atuais, o seu preço torna-se o principal entrave, para que seja considerado como uma das melhores opções. Veja-se que a sua versão base, com processador i3, custa 919 €, se pensarmos que a este valor temos de juntar o preço de um monitor, um rato e um teclado, então certamente concluímos que existem outras opções mais interessantes no mundo Mac.

Todavia convém referir que a sua configuração máxima, atinge o preço final de 3.676 €.

Importa ainda assinalar que para além das opções acima mostradas, existe ainda a restante linha Pro, nomeadamente o iMac Pro e o Mac Pro, sendo as mesmas mais direccionadas para profissionais com necessidades específicas.

Em suma, independentemente da opção ou escolha que fizeres, o segredo do Mac é tal como em outros iDevices, a excelente optimização entre software e hardware. Isto faz com qualquer Mac da actual linha existente, te dê garantias de fluidez de processamento do seu sistema operativo e o nível de qualidade e performance desejado.

Categorias: Macbook
Não repares o teu equipamento em casa! Deixa para quem sabe!

Não repares o teu equipamento em casa! Deixa para quem sabe!

Quem tem dispositivos Apple, por norma, cuida muito bem deles tendo em conta que são bastante caros. No entanto, ninguém está livre de um azar que possa danificar o seu dispositivo, como por exemplo, deixá-lo cair ao chão e partir o vidro frontal e/ou traseiro! 

Nos tempos em que vivemos, torna-se apetecível tentar arranjar em casa, comprando peças que nem sabemos muito bem se irão funcionar e depois aventurar e desmontar o dispositivo.

Como deves saber, existem bastantes lojas de reparação de dispositivos eletrónicos, nomeadamente smartphones, mas muitas delas cobram-te preços absurdos sem dar qualquer tipo de garantia. Mas nem todas são iguais! 

Na iLoja podes encontrar técnicos especializados em dispositivos Apple que te atendem e explicam de forma simples todo o processo necessário para o teu dispositivo ser arranjado. Também podes contar com a resolução de qualquer tipo de problema, visto que temos sempre em armazém milhares de peças de substituição. E a cereja no topo do bolo, tens ainda um preço muito mais acessível do que em outras lojas reparadoras, mas se encontrares alguma mais barata, a iLoja faz o mesmo preço e baixa-o em 10%. Também te podes sentir mais confiante no serviço da iLoja porque te damos a garantia das peças reparadas.

Como podes ver a iLoja é uma marca líder de mercado em reparações Apple, tentando sempre prestar um serviço rápido e eficiente para que não fiques longe do teu dispositivo Apple.

Categorias: iPhone, Macbook, Reparações
Um Mac também é susceptível a vírus?

Um Mac também é susceptível a vírus?

Ninguém tem dúvidas que o Mac é o melhor computador do mercado, mas tal como todos os outros, por vezes também pode começar a ficar lento. E porque será que isso acontece? Será que apanhou algum vírus? Os Mac também apanham vírus? Isso é verdade ou apenas um mito? Ao longo deste artigo irei tentar esclarecer estas e outras questões e também tentar transformar o vosso atual Mac Tartaruga, num Mac Lebre. 

Antes de tudo o resto, temos de tentar perceber o que está a tornar o computador lento. Só a partir daí teremos a base para seguir em frente e resolver o problema. 

O meu Mac pode apanhar vírus?

A realidade é que, ao contrário do que muita gente possa pensar: SIM! O Mac pode efectivamente apanhar vírus. Mas (porque há sempre um mas), não necessitam de instalar um anti-vírus como nos computadores convencionais, mas já lá vamos! De qualquer das formas, se ele está lento, alguma coisa não está a funcionar como deveria, isso é óbvio. 

Porque o meu Mac está tão lento?

Por norma, quando falamos em vírus nos computadores, arrisco-me a dizer que a grande generalidade das pessoas pensa automaticamente em quê? Programas maliciosos instalados sem o conhecimento do utilizador, algum email com um link em que as pessoas clicam para ganhar um prémio qualquer, sem na realidade saberem bem do que se trata, visitarem sites de origem duvidosa para verem notícias sensacionalistas, etc. Mas a parte boa é: este tipo de vírus, por norma, não existem no Mac.

O Mac apenas pode apanhar um tipo de vírus, que são os “Trojan Horse”, que numa tradução literal significa algo como “Cavalo de Tróia”. Porquê este nome tão peculiar? Se gostarem de história provavelmente percebem a analogia. Mas basicamente é o próprio utilizador que permite a entrada do software no Mac, porque faz o download e a instalação, sendo então o principal responsável pela vulnerabilidade a que o seu computador foi sujeito. 

Basta navegarmos frequentemente pela internet para vermos imensos programas desses a serem-nos sugeridos a toda a hora. Por norma são sempre programas baseados em software que, ironicamente, se propõe a acabar com a lentidão no computador, quando na realidade faz precisamente o contrário e só o deixa mais lento.

Outra dica super importante para evitar seres apanhado nesta “teia” dos Cavalos de Tróia, é fazeres sempre o download dos programas que pretendes diretamente do site da empresa que os produz. A título de exemplo, se num Mac pretenderes ter o Google Chrome como alternativa ao Safari, deves fazer o download aqui e nunca a um site externo. Isso aplica-se a todos os programas que pretendas instalar no teu computador. Se fizeres isso, já é meio caminho andado para o teu Mac não se ir tornando lento ao longo do tempo.

Uma camada extra de segurança presente nos computadores da Apple é que nada neles é instalado de forma automática, visto ser sempre necessária uma confirmação/permissão por parte do utilizador. Por isso é que sempre que pretendas instalar o que quer que seja, te é exigida a password de início de sessão. É uma forma de tornar o Mac mais seguro ainda, porque dessa maneira tudo o que entrar no sistema acaba por ser única e exclusivamente por culpa do próprio utilizador. 

Mas se pelo contrário, és um utilizador cuidadoso e nunca instalaste nada no computador sem ser diretamente de fontes fidedignas, os problemas poderão ser outros.

O meu Mac está sobrecarregado?

Se o teu Mac já vai apresentando alguma lentidão, um sítio onde deves obrigatoriamente dar uma vista de olhos é no Monitor de Atividade. Dessa forma poderás verificar tudo aquilo que esta a ser executado no computador e perceber se o sistema está ou não sobrecarregado. 

Uma forma fácil de abrires o Monitor de Atividade, é accionar a pesquisa spotlight através da lupa que se encontra no canto superior direito do ecrã. Aí escreve “Monitor de Atividade”. Depois disso é só abrir o programa. 

Depois de aberto, irás ver 5 separadores na parte superior: CPU, Memória, Energia, Disco e Rede. Clica no que diz CPU e confirma se a seta à frente da palavra CPU está a apontar para baixo. Dessa forma vais ter uma lista a começar nos programas que estão a ocupar mais o CPU, se a seta estiver a apontar para cima, a lista vai começar nos programas que estão a ocupar menos o CPU. 

Dessa forma já conseguirás perceber melhor o que está a ocupar a maior parte do CPU. Se vires um programa que está a sobrecarregar demasiado o computador, podes experimentar eliminar o mesmo, só para fazer o despiste e perceber se o problema era de facto esse. 

O meu Mac tem espaço no disco?

Uma forma fácil de assimilares e guardares na tua cabeça o espaço que deves ter no disco é: ter sempre livre no disco o dobro do que têm na memória RAM. A título de mero exemplo, neste momento estou a escrever este artigo num Macbook Pro com 8GB de RAM, ou seja, o ideal é ter pelo menos 16GB de espaço disponível no disco. E é super simples verificares se tens ou não esse espaço disponível.

Basta clicares na Maçã presente no canto superior esquerdo do ecrã e depois em “Acerca deste Mac”. O separador que vai ser aberto de forma automática é o “Visão Geral” e é nesse que poderás confirmar qual é a quantidade de RAM que tens instalada no Mac, ao lado da palavra “Memória”. Ao lado do separador “Visão Geral” tens mais 4: Monitores, Armazenamento, Suporte e Assistência. Clica agora no Armazenamento e nesse poderás ver o espaço livre que tens no disco e perceber, segundo a lógica que te ensinei, se é o suficiente para o computador funcionar bem e de forma rápida. 

Dicas de algibeira

Para finalizar deixo 5 dicas básicas, que também poderá contribuir para um melhor desempenho do teu computador:

  1. Não te esqueças de apagar o “Lixo”, mesmo lá, os ficheiros continuam a ocupar espaço no Mac.
  2. Mantém a “Secretária” com o mínimo de ficheiros, porque isso também contribui um pouco para a lentidão do sistema. 
  3. Trabalha com menos separadores abertos no browser e começa a ganhar o hábito de simplesmente os fechar quando não estão a ser utilizados no momento. 
  4. Trabalha em locais arejados, o calor tem uma influência negativa no desempenho do Mac.
  5. E por fim, mas não menos importante, actualiza o software. Por vezes muitos erros são corrigidos nessas atualizações que por vezes até nos esquecemos de fazer.

Esperamos que estas dicas sejam úteis e te ajudem a aumentar o desempenho do Mac de forma substancial.

Redação All Things Apple – Paulo Teixeira

Categorias: Macbook
Como limpar o teclado do seu MacBook

Como limpar o teclado do seu MacBook

Como limpar o teclado do MacBook ou MacBook Pro

Como deves saber, manter o teclado limpo de pequenos detritos e pó é bastante importante para que não tenhas problemas no futuro.

O sistema de borboleta introduzido pela Apple nos teclados dos MacBook de 12” em 2015, dividiu os utilizadores por terem uma resposta tátil demasiado curta. Já com a segunda geração do mesmo sistema, os utilizadores sentiram uma melhoria o que agradou a muitos que detestavam o anterior. 

Com este sistema será relativamente fácil que pó ou pequenos lixos entrem por baixo da tecla, e que esta prenda ou não responda à primeira vez que lhe carregas. Mas poderás resolver a maior parte destes problemas de maneira relativamente simples.

 

Para fazeres a limpeza basta teres uma lata de ar comprimido ou mesmo uma bomba de ar manual.

 

Inclinas aproximadamente o teu MacBook até ficar quase na vertical, ou seja mais ou menos a um ângulo de 75º. Pegas então no ar comprimido e usas nas teclas afetadas (ou em todas) em movimentos contínuos da esquerda para a direita. Rodas depois o Macbook para a direita ou esquerda e continuas a aplicar o ar comprimido.

 

Repete as vezes que achares necessárias até sentires que já saiu tudo o que estava a prender as teclas.

Se ao fim isto não resolveu algum problema que tenhas com o teclado do teu MacBook, deverás entrar em contato com um Centro de Assistência Autorizado da Apple.

Categorias: Macbook, Reparações